COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016
sábado, 30 de janeiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Relatório aponta as maiores causas de morte infantojuvenil no mundo
As infecções respiratórias são as principais responsáveis pela morte de crianças e adolescentes no mundo, segundo um estudo inédito divulgado ontem na revista Jama Pediatrics, da Associação Médica Americana. Pela primeira vez, pesquisadores fizeram um recorte infantojuvenil do relatório Carga global de doenças, publicação que sintetiza os óbitos mundiais ano a ano.
O levantamento indicou que, em 2013 (de quando são os dados mais recentes), 7,7 milhões de meninos e meninas de até 19 anos morreram. A maior concentração de óbitos está na primeira infância: 6,28 milhões de mortes ocorreram na faixa etária de 0 a 5 anos. O ranking é liderado pelo Japão, com o menor número de mortes infantojuvenis, proporcionalmente. O Brasil aparece em 19º, atrás de países como Irã, México e Venezuela.
Os autores do estudo, da Universidade de Washington, destacaram a necessidade de se investigar as causas de morte de crianças em uma faixa mais ampla da que costuma aparecer em levantamentos epidemiológicos. “A literatura atual foca nas taxas de mortalidade e nas tendências ano a ano entre crianças com menos de 5 anos, havendo pouca informação de comparação sobre doenças entre crianças mais velhas e adolescentes. Crianças e adolescentes constituem cerca de um terço da população mundial e seu status de saúde é importante para cada país e sociedade”, escreveram no artigo. De acordo com eles, os dados apresentados agora devem fornecer ferramentas para políticas públicas em países onde a mortalidade
Fonte: Robson Pires
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Prazos para publicação das ações do NUCA na plataforma “Crescendo Juntos”
Os prazos para publicação das ações do NUCA na plataforma “Crescendo Juntos”, divulgados nas capacitações, no site do Selo UNICEF e no site da Rede NUCA, são sugestões para organizar os trabalhos e o fluxo na plataforma, evitando o acúmulo de atividades nos municípios.
O prazo final para publicação de todas as atividades relacionadas aos Núcleos de Cidadania dos Adolescentes é o dia 31 de março de 2016. A partir desta data não será mais possível publicar nenhuma atividade na Plataforma Crescendo Juntos, uma vez que, no dia 01 de abril de 2016, começa o processo de validação dos materiais publicados pelos municípios no Mural de Resultados da plataforma.
É importante ressaltar que todos os materiais do NUCA necessários para a validação no Selo UNICEF devem ser publicados diretamente na plataforma. Nos próximos dias serão encaminhados aos articuladores e articuladoras as declarações emitidas pelo Instituto da Juventude Contemporânea para comprovação da criação do NUCA.
Fonte: Selo Unicef
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
NUCA FAZ MAPEAMENTO DOS ESPAÇOS DE OPORTUNIDADES NO FORÇA JOVEM CENTRO E NAS COMUNIDADES DO JURITI E PRIMEIRA LAGOA
Eduarda-NUCA fazendo o Mapeamento do Força Jovem - Centro
Galera do Força Jovem - Centro - Após o Mapeamento
Ana Paula - NUCA - Mapeamento - Força Jovem - Sitio Juriti
Galera do Força Jovem da Comunidade do Juriti após o Mapeamento
Gabriel Toge - NUCA mapeando o Força Jovem na Comunidade de Primeira Lagoa
Centro: Ana Paula e Gabriel - NUCA entre representantes do Força Jovem de Primeira Lagoa após p Mapeamento
Ontem (21) Ana Paula, Maria Eduarda e Gabriel Toge, ambos do NUCA estiveram fazendo o Mapeamento dos Espaços de Oportunidades no Força Jovem (antigo) PROJOVEM nas Comunidades de Juriti e Primeira Lagoa, como no Força Jovem - Centro - Nova Cruz.
Todos acharam interessante e aproveitaram para acrescentar no Mapeamento as necessidades que a comunidade almeja, como por exemplo: Quadra de Esporte, Campo de Futebol, Projeto Cinema na Escola, um melhor atendimento nos Postos de Saúde, entre outras coisas.
Muitos deles confirmaram seu engajamento nessas lutas, inclusive aderindo ao NUCA, passando assim a serem uma semente em suas comunidades do NUCA.
Nas 3 (três) unidades do Força Jovem foram tirados representantes (jovens) para participarem das 5 (cinco) Oficinas que o NUCA e a Comissão Intersetorial irá realizar nos dias 04 e 11 de fevereiro na Escola Municipal Nestor Marinho.
Nessa sexta-feira (22) será a vez da Pastoral da Juventude (PJ) da Igreja Católica na Comunidade do Juriti e a noite será o Grupo de Artes Marciais.
Os mapeamentos está sendo monitorado pelo Articulador do Selo, Eduardo Vasconcelos, que ao mesmo tempo tira todas as dúvidas da galera jovem e de seus coordenadores.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Como a intervenção precoce pode mudar a vida de crianças com deficiência
Os pequenos com atraso no desenvolvimento ou que nascem com anormalidades agora têm garantido por lei o direito a um atendimento multidisciplinar já nos primeiros dias de vida. Entenda a importância disso para o crescimento saudável desses brasileirinhos.
Texto Luiza Monteiro, Bebê.com.br
Dados do censo demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) apontam que 5,3% dos brasileiros com idades entre 0 e
14 anos sofrem com a deficiência visual. Quando se trata de problemas
auditivos, essa faixa etária representa 1,3% dos afetados. Alterações
motoras atingem 1% das crianças e jovens, e os problemas mentais e
intelectuais acometem 0,9% dos cidadãos mirins. Todas essas pessoas
sofrem, desde a infância, com a falta de acesso a uma educação de
qualidade, a uma cidade adaptada às suas demandas e, muitas vezes, a um
sistema de saúde que atenda suas necessidades para um desenvolvimento
normal e saudável.
Mas o Brasil deu mais um passo rumo a essas
conquistas. Aprovada no dia 6 de julho de 2015, a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI) entrou em vigor no último dia 2
de janeiro. Também conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, a
LBI traz avanços em diversas áreas de políticas públicas que beneficiam
toda a população, inclusive os pequenos. No campo educacional, por
exemplo, a lei estabelece uma educação mais inclusiva. Já na saúde, um
dos principais pontos é o direito ao diagnóstico e à intervenção
precoces, realizados por uma equipe multidisciplinar. E é nessa questão
que queremos focar.
"Diversos estudos mostram que quanto mais
cedo um bebê recebe os estímulos certos, muito mais promissor será seu
desenvolvimento", observa a deputada Mara Gabrilli, relatora do projeto
que deu origem à LBI. E isso vale para todos os recém-nascidos, até
mesmo aqueles com qualquer tipo de deficiência. Só que, no caso deles,
muitas vezes é necessário que essa estimulação seja feita e acompanhada
por especialistas, a fim de detectar e prevenir atrasos - e é disso que
se trata a intervenção precoce. "Ela é fundamental para o sucesso na
comunicação, socialização, coordenação motora e outros aspectos do
crescimento dessas crianças", destaca a deputada.
A seguir, saiba mais sobre quem pode receber intervenção precoce, suas vantagens e onde ter acesso a esse direito.
Quem pode se beneficiar com a intervenção precoce
Não
são apenas os recém-nascidos com deficiência que estão aptos a contar
com esse atendimento. Crianças que nascem com malformações cerebrais,
cardiológicas ou mesmo de face, como o lábio leporino, também são
indicadas para a intervenção precoce. Os pequenos que têm complicações
decorrentes de infecções intraútero - a exemplo de sífilis, toxoplasmose
e HIV - também fazem parte da turma que deve receber um atendimento
multidisciplinar.
"Prematuros que tiveram asfixia neonatal ou que
ficaram em uma internação prolongada também têm indicação", conta a
neuropediatra Danielle Christofolli, médica responsável pelo Ambulatório
de Diagnóstico da APAE de São Paulo. Crianças autistas são outras que
podem tirar vantagem da terapia antecipada, embora o diagnóstico do
transtorno não seja feito logo nos primeiros meses de vida.
Microcefalia
Os
pequenos que nascem com essa malformação cerebral estão no time
daqueles que devem receber a intervenção precoce. "Se forem atendidos
logo nas primeiras semanas de vida, é possível amenizar problemas que
esses bebês tenham para amamentar e se posicionar ou mesmo prevenir que o
corpo deles cresça de uma forma anormal", exemplifica o terapeuta
ocupacional americano Bryan Mattson, especialista em pediatria e
intervenção precoce.
Daí porque o Ministério da Saúde lançou as
Diretrizes de Estimulação Precoce para crianças de 0 a 3 anos com atraso
no desenvolvimento neuropsicomotor causado pela microcefalia. O
documento foi elaborado devido ao surto da malformação em todo o país,
provocado pelo vírus zika. Além de orientar funcionários da rede pública
de saúde para intervir e estimular corretamente, o governo pretende
capacitar 7.525 profissionais para atuar em conjunto no atendimento a
esses pacientes.
A importância de intervir cedo
"Quanto
antes a gente intervém, mais novo e maleável é o cérebro da criança",
diz Danielle Christofolli. Desse modo, a chance de o pequeno absorver os
estímulos recebidos é bem maior. "Isso tem a ver com a plasticidade do
sistema nervoso central ao longo da primeira infância", explica a
neuropediatra da APAE. O ideal é que o tratamento comece antes dos 12
meses. "O desenvolvimento cerebral é muito grande nos primeiros dois
anos de vida. Se você perde essa janela de oportunidade para estimular a
criança, fica mais difícil depois", pontua a neuropediatra Mara Lúcia
Schmitz Santos, coordenadora do Ambulatório Bebê de Risco do Hospital
Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná.
Inclusive, se a
intervenção demora para acontecer, as dificuldades e atrasos do pequeno
tendem a piorar. "A criança não vai parar de aprender, brincar e crescer
porque ela tem um problema. Ela vai achar o caminho mais fácil para
fazer isso, o que nós chamamos de compensação", ensina Bryan Mattson.
Segundo ele, a partir do momento em que essas alternativas viram regra,
fica difícil revertê-las. "Então, quanto mais tempo o pequeno passar sem
terapia, mais ele vai desenvolver maneiras anormais de fazer uma séries
de coisas", conclui o especialista.
Vantagem econômica
Segundo
Mattson, diversos estudos já demonstraram que, em termos de saúde
pública, a intervenção precoce também é uma forma de economizar. "Uma
pesquisa mostrou que para cada 1 dólar gasto antes dos 3 anos, 17
dólares são economizados depois dessa idade", conta o terapeuta
ocupacional. Isso significa que, quanto mais cedo a terapia começar,
menos será gasto com outras técnicas terapêuticas lá na frente.
Equipe multidisciplinar
A
intervenção precoce pressupõe um atendimento multidisciplinar, ou seja,
que inclui profissionais de várias áreas: fisioterapeutas, psicólogos,
médicos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais... O ideal é que esse
atendimento seja feito em conjunto, de modo que todos os especialistas
se comuniquem e atendam da melhor forma os pequeninos. "Apenas um
profissional não consegue atingir todas as esferas de tratamento de que
essas crianças necessitam. Um paciente com atraso motor e de fala, por
exemplo, precisa de um fisioterapeuta e de um fonoaudiólogo", esclarece
Danielle Christoffoli.
Vale lembrar que a família também tem um
papel fundamental nesse processo. Até porque, é no ambiente domiciliar
que a criança passa a maior parte do tempo e recebe um grande número de
estímulos. "Quando os familiares se engajam no tratamento e seguem as
orientações dos profissionais, é criado um ambiente de continuidade da
terapia em casa", orienta a neuropediatra da APAE de São Paulo. Quando
os pequenos vão para a escola, essa instituição também passa a ter uma
grande responsabilidade sobre o seu desenvolvimento.
Como ter acesso à intervenção precoce
Em
geral, se o bebê não foi diagnosticado com nenhum problema ao deixar a
UTI neonatal, é o pediatra quem vai detectar eventuais atrasos no
desenvolvimento. Nesses casos, ele pode decidir encaminhar o pequeno
para um centro especializado em intervenção precoce. Se o atendimento
for feito na rede pública, a criança pode ser encaminhada para um dos
136 Centros Especializados em Reabilitação (CER) do país ou para algum
dos Núcleos Integrados de Reabilitação do município em que ela mora.
Entidades
como a APAE, a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e a
Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação também oferecem esse tipo de
atendimento. Instituições privadas - a exemplo dos hospitais Albert
Einstein, Sírio Libanês e Santa Joana, todos em São Paulo, e do Pequeno
Príncipe, no Paraná - são outras que contam com ambulatórios
especializados na estimulação dessas crianças.
Fonte: educarparacrescer.abril.com.b
Prefeitura cria Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação e Interesse Social
No encontro foi aprovado o calendário de reuniões que serão realizadas mensalmente toda segunda quarta-feira, às 10h, na Prefeitura de Nova Cruz.
O município de Nova Cruz conta agora com o Conselho Gestor do Fundo Municipal de Habitação e Interesse Social de Nova Cruz (CGFHIS), como manda a Lei Municipal nº 1.186/20 de 9 de setembro de 2015 que cria o Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FHIS). O Conselho é composto por dois representantes sendo o titular e o suplente de entidades públicas, privadas e movimentos populares. A reunião para criação do conselho aconteceu nessa terça-feira (19), na Prefeitura de Nova Cruz.
O Conselho formado é composto por membros de entidades públicas abrangendo as secretarias municipais de Assistência Social, Finanças, Agricultura e Infraestrutura. Já os participantes de entidades privadas aglomeram representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). No tocante a representatividade dos movimentos sociais, o Conselho agrega a Associação Comunitária de Criadores de Suíno de Nova Cruz e a Igreja Católica.
No encontro foi aprovado o calendário de reuniões que serão realizadas mensalmente toda segunda quarta-feira, às 10h, na Prefeitura de Nova Cruz. A próxima reunião ordinária do CGFHIS acontece no dia 17 de fevereiro.
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
NUCA REALIZA MAPEAMENTO DOS ESPAÇOS DE OPORTUNIDADES - CONSELHO TUTELAR - CRAS CENTRO E CREAS
Mapeamento CONSELHO TUTELAR
Mapeamento CRAS - CENTRO
Mapeamento - CREAS
Desde o inicio de dezembro de 2015, que o NUCA (Núcleo de Desenvolvimento e Participação d@s Adolescentes) vem realizando o Mapeamento dos Espaços de Oportunidades, mas para os nossos leitores/as e em especial os adolescentes primeiro precisamos responder o que são Espaços de oportunidades para Adolescentes: É tudo que acontece ma sua cidade e que promove desenvolvimento, interação, qualidade de vida de adolescentes. São os projetos, ações, iniciativas do governo ou da sociedade civil que tem como objetivo contribuir para a melhoria do bairro, comunidade, cidade, territórios, etc.
Por isso os adolescentes novacruzenses fazem a sua parte, ou seja, estão fazendo um levantamento para se terem uma verdadeira noção dos espaços e oportunidades que tem e quais são as melhorias que precisam serem feitas. Lembrando que, muitas dessas ações são obrigatoriedade são dos nossos governantes que iniciativas da sociedade também devem ter o apoio do Poder Público, seja ele executivo como legislativo.
O NUCA de Nova Cruz vem fazendo estrategicamente o Mapeamento nos órgãos públicos, depois será vez da sociedade civil para depois elaborarem um minucioso relatório que será entregue ao Prefeito CID ARRUDA para que o mesmo possa ampliar, melhorar e ajudar para cada vez mais a eficacia seja um ponto principal nas atividades em prol desses adolescentes. O NUCA vem fazendo a sua parte.
Esses últimos Mapeamentos foram feitos pelos adolescentes: Wanessa Barbosa e Gabriel Toge com o acompanhamento do Articulador do Selo, Eduardo Vasconcelos.
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