COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Bebê mais feliz do mundo é uma menina prematura de 5 dias

Bebê mais feliz do mundo
Por Jackson Rubens
Bebê mais feliz do mundo é o título dado a uma menina prematura que tão logo completou cinco dias de vida espalhou um sorriso irradiante para todos os confins do planeta e das galáxias.
Ela agora é motivo de inspiração para os pais de bebês recém-nascidos prematuros, em todos os lugares do mundo, graças a sua foto sorrindo que já se tornou viral na internet.
Apesar das limitações pelas quais passam os bebês prematuros, a menina surpreendeu os pais amorosos David e Lauren Vinje, quando deu um sorriso largo de “orelha a orelha”. E o melhor é que ele conseguiu fotografar imediatamente, capturando aquele momento especial.

Gravidez complicada

A gravidez de Lauren Vinje foi fácil até às 28 semanas. Depois disso, ela começou a apresentar sinais de pré-eclâmpsia, uma complicação da gravidez caracterizada por pressão elevada.
No dia 25 de novembro de 2014, o médico de Lauren Vinje informou que os batimentos cardíacos do bebê estavam caindo e era preciso antecipar a data do parto.
A menina prematura, denominada Freya, nasceu no dia de Ação de Graças em 2014, com apenas 1,7 kg, bem abaixo do peso médio de bebês recém-nascidos, que varia entre 2.5 kg e 5 kg.
Em uma entrevista à ABC News, o pai de Freya David Vinje comentou: “Como Lauren havia dito, quando você está passando por isso, você não sabe o que esperar, porque é o seu primeiro filho que vai nascer. Eu acho que isso que aconteceu serve de exemplo para outros pais que estão passando por situação semelhante. Assim eles ficam sabendo que não só eles passam por isso, que outros bebês recém-nascidos prematuros estão nascendo em outros lugares”.
Freya, o bebê mais feliz do mundo, é próspera e vai comemorar o seu segundo aniversário no próximo mês.
“Honestamente, ela é a melhor coisa que nos aconteceu”, disse Lauren Vinje. “Vamos para a loja e ela é a menina mais amigável. Ela diz oi para todo mundo. Ela é tão divertida. Ela é tão feliz. Essa imagem dela com apenas 5 dias de idade, mostra que ela tem personalidade. Se você olhar para ela agora, verá que ela a mesma menina feliz dessa foto”.
Fonte: O Brasileirinho

EM 2009: Criança 11 anos dá à luz vestida de noiva

Kordeza e sua filha Violeta nascida quando ela estava vestida de noiva ( Foto: NIS Barcroft Pacific / Reprodução).
Por Jackson Rubens
Vejam só que situação inesperada! Uma menina estava casando aos 11 anos de idade o que não é normal e mais ainda, dentro da igreja, começou a sentir as dores de parto.
A estudante Kondeza Zhelyazkova, de Silven, Bulgária, engravidou do seu namorado na adolescência, duas semanas depois de seu 11 º aniversário.

 
Ainda estava vestida de noiva e com a tiara, quando chegou ao hospital e deu à luz a Violeta
Kordeza estava ao lado de seu marido Jeliazko Dimitrov, que tem 19 anos, quando disse ao jornal britânico News of The World: “Eu não vou brincar com os brinquedos. Eu tenho um brinquedo novo agora”.
E acrescentou:
“Ela é tão bonita e eu a amo. Quero ver Violeta crescendo. Eu não vou voltar para a escola. Eu sou uma mãe agora.”
Ela conheceu o rapaz no pátio da escola e pouco tempo após estava grávida:
“Eu não tive aulas de educação sexual e não sabia como engravidar. Eu nunca tinha tido um namorado e nunca tinha ouvido falar de preservativos. Não sabia que estava grávida, pensava que era porque estava comendo hambúrgueres demais. Minha vó é quem estranhou e me falou sobre gravidez”.
O casal teve um casamento tradicional em Roma. Infelizmente Jeliazko vai enfrentar até seis anos de prisão, por ter mantido relações sexuais com uma menor.
Ele disse que está com muito medo, pois queria muito cuidar de seu filho e sua esposa. Em vez disso vai para a cadeia.
“Cometi um erro, mas não vou pedir desculpas. Este erro me trouxe a Linda Violeta” – disse.
Fonte: O Brasileirinho 

EM 2010 Criança fica 8 horas por dia tomando banho de luz azul para não morrer

Fico admirado com a quantidade de doenças que existem no mundo e suas características estranhas, como a de uma criança de oito anos que mora em um distante vilarejo na Austrália. Desde que o menino nasceu, ele precisa ficar 10 horas por dia embaixo de luzes azuis para continuar vivo.
A criança se chama Maximus Mcgrath Daniels, de Thursday Island. Ele teve a infelicidade de nascer com a Síndrome de Crigler-Najjar tipo 1, uma doença genética rara que danifica o fígado. Algo tão surrealista quanto o que acontece com outra criança que os pais tem de fazer de tudo para ela não chorar, pois se chorar morre.
Segundo notícia da BBC / Giovana Vitola, o menino vai mudar de cidade nesta sexta-feira para tentar fazer um transplante de fígado:
A síndrome é caracterizada pela deficiência na produção de uma enzima que controla a presença da bilirrubina, um pigmento produzido pelo fígado, no sangue e nos tecidos.
Altos níveis de bilirrubina no sangue podem provocar danos no cérebro e músculos e até a morte. Entre os sintomas da síndrome está a coloração amarelada da pele e dos olhos.
Para controlar os efeitos da síndrome, Maximus tem que fazer tratamento intensivo com luzes, ou fototerapia, que mantém os níveis de bilirrubina sob controle.
A fototerapia passa a ser menos efetiva após os quatro anos de idade, quando a pele começa a se tornar mais grossa, bloqueando as luzes. No caso de Maximus, o tratamento já começou a não ter mais o mesmo efeito.
Para tentar encontrar uma solução definitiva para o problema, a família se muda nesta sexta-feira para Brisbane, a cidade de Brisbane, a 3.500 km da sua cidade natal, onde Maximus será submetido a um transplante de fígado.
A fila para o transplante, no entanto pode ultrapassar um ano de espera.
Maximus passa cerca de 10 horas por dia sob luzes azuis, geralmente à noite, enquanto dorme. Uma estrutura foi montada sobre sua cama, com 32 lâmpadas. A cada três meses, as luzes têm de ser trocadas, a um custo equivalente a R$ 600.
Ambos os pais tem de possuir o gene da doença para que a criança nasça com a anormalidade de Maximus. Segundo especialistas, a expectativa de vida para quem é portador da síndrome Crigler-Najjar tipo 1 é de 30 anos.
Atualmente há cerca de 300 portadores da síndrome no mundo.
Fonte: O Brasilerinho

domingo, 23 de outubro de 2016

Autoridades das Américas reunidas em Cuba debatem combate a zika, dengue e chikungunya

Autoridades de saúde de mais de 30 países concordaram sobre uma série de ações conjuntas para monitorar, diagnosticar e tratar um grupo de vírus transmitidos por mosquitos — como zika, dengue e chikungunya — durante reunião realizada esta semana em Havana e convocada pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) e pelo Ministério de Saúde Pública de Cuba.
“Dengue, chikungunya, febre amarela e zika, com suas lamentáveis complicações como microcefalia e seus impactos sociais e econômicos, afetam principalmente as populações mais vulneráveis de nossa região”, afirmou Carissa Etienne, diretora da OPAS/OMS, ao abrir a reunião concluída na sexta-feira (21).
“A incidência desses vírus sobrecarrega os sistemas de saúde da região e constitui um desafio que devemos abordar de forma integrada, juntando recursos e compartilhando as experiências e boas práticas que cada país tem desenvolvido para enfrentar essas doenças”, acrescentou.
Fonte: Robson Pires

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

CEDECA Casa Renascer promove minicurso sobre a Metodologia da Autoproteção

Minicurso sobre a metodologia da autoproteção ocorre nos dias 19 e 20.
Na próxima quarta (19) e quinta-feira (20), o CEDECA Casa Renascer realiza um minicurso na XXII edição da Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura da UFRN (CIENTEC). O minicurso propõe apresentar o desenvolvimento da metodologia da autoproteção, assim como suas experiências e resultados.
A metodologia da autoproteção consiste em formar crianças para a prevenção de violências sexuais, a partir de oficinas, sendo abordadas questões relacionadas à sexualidade, ao desenvolvimento infantil, aos cuidados, relações de confiança com adultos de referência e outros temas transversais.
Dessa forma instrumentaliza-se profissionais das mais diversas áreas (como educação, psicologia e assistência social) para atuarem como multiplicadores na prevenção da violência sexual. Com isso eles passam a replicar a metodologia às crianças em seus espaços de atuação.

Com horário previsto para iniciar a partir das 18 horas nos dois dias, e ocorrer na sala 13 do Departamento de Artes (DEART), o minicurso é destinado principalmente a estudantes e profissionais da educação, serviço social, de psicologia e áreas afins. As inscrições podem ser realizadas via SigEventos. 

Confira a notícia em: https://goo.gl/LYDzZV

Fonte: Casa Renascer - CEDECA

domingo, 16 de outubro de 2016

PEC da morte é a ponte para o abismo

A aprovação da PEC 241/16, proposta pelo governo golpista para “reequilibrar” as contas públicas, foi aprovada na noite de 10 de outubro na Câmara dos Deputados.
O placar de 366 a 111 é bem próximo ao da votação da abertura do impeachment da presidenta Dilma, na própria Câmara, o que demonstra que os golpistas continuam bastante unidos na agenda de desmonte do estado brasileiro.
A análise da CNTE sobre a PEC 241 (ver aqui) aponta as razões do governo golpista para a aprovação de um regime fiscal inacreditavelmente válido para os próximos 20 anos, podendo ser mudado a partir do 10º ano de vigência.
O principal motivo refere-se à recomposição do pagamento da dívida. Para esse governo, é preciso dar prioridade a rentistas da dívida por meio de mais superávit primário e menos gastos sociais.
O governo Dilma errou ao não realizar a auditoria da dívida. Além de conferir transparência sobre o saldo devedor e sobre sua composição, a medida poderia ter legitimado socialmente uma política de pagamento da verdadeira dívida, sem comprometer o futuro de gerações com cortes nos investimentos sociais, sobretudo em educação e saúde.
O fato de a PEC 241 ter prorrogado a suspensão das receitas de impostos vinculadas à educação e à saúde para 2018, não melhora o cenário de investimento futuro nestas duas áreas, que continuarão refém do limite inflacionário, que servirá de teto e nunca de piso para os investimentos sociais.
Com a nova política fiscal, as metas do Plano Estadual de Educação, em especial as que preveem expansão das matrículas nos níveis básico e superior, o aumento do investimento per capita por aluno (CAQi e CAQ) e a valorização dos profissionais da educação, com piso e carreira dignos para professores e funcionários de escola, não sairão do papel.
Lembremos que não é só a PEC 241 que está aí para retirar direitos e para comprometer os investimentos sociais. Na semana passada a Câmara já havia aprovado o PL 4.567, do senador José Serra, que privatiza o pré-sal e reduz os investimentos das receitas do petróleo em educação e saúde. E a próxima pauta bomba será a reforma da previdência, que já se anuncia tão destruidora de direitos como a PEC 241.
Dias tenebrosos ainda estão por vir!
Fonte: CNTE

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

" A LUTA CONTINUA": Prevenção e combate ao Aedes aegypti

O Brasil está em estado de alerta após um aumento expressivo dos casos de microcefalia em recém-nascidos, registrados principalmente na Região Nordeste do País.

O Ministério da Saúde confirma a relação entre os casos de microcefalia e o vírus zika, embora ainda não se saiba exatamente como isso acontece. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda são necessárias mais investigações para entender essa relação de causa e efeito, assim como a investigação de outras potenciais causas.  Entretanto, para evitar novas infecções, é necessário que se tomem medidas urgentes para prevenção de novas infecções pelo vírus zika, que é transmitido pelo mesmo mosquito que transmite os vírus da dengue e chikungunya, o Aedes aegyptiA forma mais eficaz de prevenção é o combate ao mosquito Aedes aegypti. Por isso, é importante que todos conheçam os riscos e saibam o que é preciso fazer para não deixar o mosquito nascer.

O UNICEF está atuando em parceria com o Ministério da Saúde na mobilização da população para a erradicação do Aedes aegypti. Assim, as informações eficazes e precisas para o combate do mosquito e sobre como se prevenir podem chegar mais rápido a todas as regiões do País.
Por meio das iniciativas Selo UNICEF Município Aprovado e Plataforma dos Centros Urbanos, o UNICEF espera alcançar muitos dos mais de 1.700 municípios brasileiros em que atua diretamente na Amazônia e no Semiárido e nas áreas mais vulneráveis de oito capitais brasileiras.





   
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Combate ao mosquito
A forma mais eficaz de prevenção é o combate ao mosquito Aedes aegypti.
[Clique na imagem para ampliá-la]

Seguem algumas ações que a população deve tomar, pelo menos uma vez por semana:
  • Verificar se a caixa d’água está bem tampada.
  • Deixar as lixeiras bem tampadas.
  • Colocar areia nos pratos de plantas.
  • Recolher e acondicionar o lixo do quintal.
  • Limpar as calhas.
  • Cobrir piscinas.
  • Tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários.
  • Limpar a bandeja externa da geladeira.
  • Limpar e guardar as vasilhas dos bichos de estimação.Limpar a bandeja coletora de água do ar-condicionado.
  • Cobrir bem a cisterna.
  • Cobrir bem todos os reservatórios de água.
A limpeza não se restringe só às residências. É importante ficar atento a possíveis focos de água parada na escola, no trabalho e em outros locais frequentados diariamente.
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Prevenção das doenças e cuidados com a família
Para reforçar a prevenção, algumas medidas podem ser tomadas no cuidado pessoal e com a família:
  • Utilize repelente.
  • Cubra a maior parte do corpo com roupas claras quando possível.
  • Coloque telas em janelas e portas.
  • O mosquito possui hábitos diurnos, sobretudo ao amanhecer e ao entardecer. Por isso, é importante reforçar a atenção nesse período. Mas atenção: o mosquito é oportunista e pode picar à noite também.
Cuidados com crianças de até 2 anos:

  • Proteja o ambiente com telas em janelas e portas, e procure manter o bebê com uso contínuo de roupas que cubram a maior parte do corpo, como calças e blusas de mangas compridas.
  • Mantenha o bebê em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis.
  • A amamentação é indicada até o 2º ano de vida ou mais, devendo ser exclusiva nos primeiros 6 meses.
  • Caso observe manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, procure um serviço de saúde.
  • Mantenha a vacinação em dia, de acordo com o calendário vacinal da Caderneta da Criança.
Outras possíveis formas de transmissão

É reconhecida a relação direta do mosquito Aedes aegypti na transmissão do zika. Porém, existem poucas provas a respeito de outras vias de transmissão.

– Sangue: tecnicamente, o vírus zika também pode ser transmitido por meio do sangue. Por isso, devem ser mantidas todas as precauções já estabelecidas para doação e transfusão de sangue.
– Mãe-filho: também não há muitas provas de transmissão do zika de mãe para filho durante a gravidez e durante o nascimento. Pesquisas estão sendo feitas a respeito desse tipo de transmissão para compreender melhor o modo que o vírus afeta os bebês.
– Transmissão sexual: alguns estudos já indicam a possível presença do vírus zika no sêmen humano, mas ainda é necessário obter mais evidências para confirmar se o contato sexual é um meio de transmissão do zika. Enquanto as dúvidas permanecem, a prevenção continua sendo a melhor medida para se proteger do zika e também de outras doenças.
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Gestantes
Enquanto faltam respostas precisas sobre o efeito do vírus zika na saúde das gestantes e de seus bebês, a precaução é fundamental.
Repelentes

Grávidas podem e devem utilizar repelentes, desde que aprovados para utilização durante a gravidez. É sempre importante ter a recomendação médica para a escolha do repelente mais seguro.

Viagens
É recomendável que gestantes evitem viagens a zonas com maior concentração do mosquito Aedes aegypti. Se a viagem for imprescindível, elas devem conversar com seus médicos e seguir rigorosamente as recomendações de prevenção e cuidados com a família durante a viagem.

Engravidar
A decisão de engravidar – e a definição do momento certo – é pessoal. É fundamental que grávidas não sejam estigmatizadas e tenham acesso seguro à informação e ao apoio de que elas necessitam. O zika não deve ser pretexto para ameaçar os direitos das mulheres. No entanto, as gestantes que suspeitarem ter sido expostas ao vírus devem consultar um médico e assegurar a realização de um pré-natal de qualidade.

Amamentação
Até o momento, não há notícia de crianças infectadas pelo vírus zika por meio da amamentação. Estudos mostram que o vírus tem efeito no primeiro trimestre de gestação, e não no nascimento. É recomendável que todas as mães amamentem seus bebês exclusivamente até os 6 meses de vida, e continuem com o aleitamento materno complementar preferencialmente até 2 anos de idade.

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Crianças com microcefalia
Para as crianças que nascem com microcefalia e outros distúrbios neurológicos, a estimulação precoce é fundamental para redução do comprometimento no desenvolvimento neuropsicomotor decorrente da malformação. O período mais importante para essa estimulação vai do nascimento até os 3 anos de idade. Quanto mais cedo o bebê iniciar a estimulação, melhor. A Rede de Atenção à Saúde, em todos os Estados, está orientada a receber e notificar os casos, como também encaminhar os pacientes aos serviços especializados mais próximos. O programa de estimulação precoce inclui estímulos auditivos, visuais, motores, cognitivos e de linguagem, e é importante que as famílias participem do tratamento de cada criança.
São orientações às famílias que têm bebês com diagnóstico confirmado de microcefalia e outras deficiências:
  • Levar o bebê a uma Unidade Básica de Saúde para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento conforme o calendário de consulta de puericultura.
  • Procurar os serviços de estimulação precoce de sua cidade ou sua região.
  • Não dar ao bebê qualquer medicamento por conta própria.
  • Caso o bebê apresente alterações ou complicações (neurológicas, motoras ou respiratórias, entre outras), o acompanhamento por diferentes especialistas pode ser necessário, a depender de cada caso, conforme recomendação médica.
Bebês com microcefalia ou qualquer outro tipo de deficiência têm os mesmos direitos que qualquer bebê, como o direito a receber atenção médica, nutrição adequada, vacinas, estimulação precoce e, futuramente, educação inclusiva. Esses direitos estão garantidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, na Constituição Federal e na Convenção sobre os Direitos da Criança. Informações adicionais podem ser encontradas na Lei Brasileira de Inclusão, baseada na Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência.
O UNICEF concentra seus esforços em prevenir a aparição de novos casos por meio da mobilização da população para acabar com os focos do mosquito Aedes aegypti e apoiar as famílias com crianças com microcefalia no intuito de dar apoio ao desenvolvimento das crianças e à garantia dos direitos.

Histórias de vida
Já se passaram quatro meses e Ana Paula ainda não conseguiu aceitar o diagnóstico de microcefalia em Danilo. É seu quarto filho. "Não tenho tempo de fazer mais nada. Não me alimento na hora certa, não durmo na hora certa. Está pesado."

Fonte: UNICEF