COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

sábado, 16 de janeiro de 2016

UNICEF mobiliza municípios no combate ao Aedes Aegypti

O mosquito Aedes Aegypti transmite dengue, zika e chikungunya. #CombateAedes


O Brasil está em estado de alerta após um aumento expressivo dos casos de microcefalia em recém-nascidos, registrados principalmente na Região Nordeste do País. Segundo o Ministério da Saúde, de meados de outubro até 9 de janeiro, foram registrados mais de 3,5 mil casos. É possível que a morte de 46 bebês tenha relação com o virus da zika. Infelizmente, a tendência aponta para o crescimento rápido desses números. Até 2014, a média histórica no Brasil havia sido de 156 casos de microcefalia por ano.

O Ministério da Saúde reconhece a existência de relação entre os casos de microcefalia e o vírus zika, transmitido pelo Aedes Aegypti, vetor também da dengue e da chikungunya. Para isso, é importante que todos estejam cientes dos riscos, de como se prevenir e ajudar a eliminar o mosquito e seus criadouros.

Orientações para a população

A forma mais eficaz de prevenção é o combate ao mosquito Aedes Aegypti. Seguem algumas ações periódicas que a população deve tomar:

  • Verificar se a caixa d’água está bem tampada
  • Deixar as lixeiras bem tampadas
  • Colocar areia nos pratos de plantas
  • Recolher e acondicionar o lixo do quintal
  • Limpar as calhas
  • Cobrir a piscina
  • Tapar os ralos e baixar as tampas dos vasos sanitários
  • Limpar a bandeja externa da geladeira
  • Limpar e guardar as vasilhas dos bichos de estimação
  • Limpar a bandeja coletora de água do ar-condicionado
  • Cobrir bem a cisterna
  • Cobrir bem todos os reservatórios de água
A limpeza não se restringe só às residências. É importante ficar atento a possíveis focos de água parada na escola, no trabalho e em outros locais frequentados diariamente.

Áreas de maior vulnerabilidade e prevenção

As áreas com mais focos do mosquito transmissor estão concentradas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, mas quase todos os estados brasileiros possuem áreas de risco ou alerta para a presença do mosquito Aedes Aegypti. Esses focos podem surgir por meio do acúmulo de lixo, armazenamento de água em cisternas e caixas d’água e pequenos reservatórios nas casas. É importante que a população esteja atenta, conheça as formas de cuidado e faça vistorias periódicas para eliminar recipientes que acumulam água parada.


Atuação do UNICEF

O UNICEF está atuando em parceria com o Ministério da Saúde na mobilização da população para a erradicação do Aedes Aegypti, transmissor do vírus zika e de outras doenças. Assim, as informações relevantes ao combate do mosquito e sobre como se prevenir podem chegar mais rápido a todas as regiões do País.

Por meio das iniciativas Selo UNICEF Município Aprovado e Plataforma dos Centros Urbanos, o UNICEF pretende alcançar os mais de 1.700 municípios brasileiros em que atua diretamente na Amazônia e no Semiárido e nas áreas mais vulneráveis de oito capitais brasileiras.

Informações adicionais

O Ministério da Saúde atualiza semanalmente as informações sobre a epidemia do vírus zika e a microcefalia. Acesse aqui o Boletim, atualizado toda terça-feira:http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/20799-microcefalia


Perguntas e respostas (Ministério da Saúde):



Informações sobre repelentes:



Sobre o protocolo de atenção a crianças com microcefalia:


Fonte: UNICEF

Homicídios de Adolescentes: Futuro Interrompido

A tragédia dos homicídios

Você sabia que, todos os dias, 28 crianças e adolescentes morrem assassinados no Brasil[1].

O Brasil é o segundo país do mundo em número de assassinatos de adolescentes, atrás somente da Nigéria[2].
Se as condições atuais do País prevalecerem, cerca de 42 mil adolescentes brasileiros poderão ser assassinados até 2019[3].

Quem são os adolescentes assassinados

As crianças e adolescentes assassinados têm cor, classe social e endereço.

São em sua maioria meninos negros, pobres, que vivem nas periferias e áreas metropolitanas das grandes cidades.
A taxa de homicídio entre adolescentes negros é quase 4 vezes maior do que aquela entre os brancos. O fato de ser homem multiplica o risco de ser vítima de homicídio em quase 12 vezes.

Quem são os responsáveis?

As mortes dos adolescentes negros são muitas vezes justificadas, de forma equivocada, pelos conflitos entre facções rivais e pelo tráfico de drogas.

Entre 92% e 95% dos homicídios em geral cometidos no Brasil não são solucionados[4]. Parte dessa estatística se dá por causa dos chamados “autos de resistência”: mortes e lesões corporais decorrentes do uso da força por agentes do Estado não são investigados caso os mesmos aleguem legítima defesa.
O Projeto de Lei 4471/2012, que ainda está em tramitação na Câmara dos Deputados, exige a investigação dessas mortes e lesões corporais.

O que precisa ser feito?
  • Garantir a investigação imparcial de todos os homicídios para encontrar os responsáveis e aplicar as medidas previstas em lei, aprovando, por exemplo, o projeto de lei 4471/2012 dos autos de resistência.
  • Desenvolver protocolos e a formação dos policiais para atuarem de acordo com princípios de direitos humanos, respeito à diversidade e como agentes de proteção da vida.
  • Criar um pacto nacional entre os governos federal, estaduais e municipais para reduzir o número de homicídios.
  • Produzir informações mais precisas sobre os adolescentes assassinados.
  • Criar e colocar em prática planos municipais e estaduais de prevenção e resposta aos assassinatos.
O que o UNICEF está fazendo para ajudar a reverter esse quadro?
  • Realiza análises, faz estimativas a partir de indicadores oficiais e divulga esses dados.
  • Chama a atenção para a situação e alerta para a necessidade de se garantir a investigação imparcial de TODOS os homicídios por meio da imprensa e das redes sociais.
  • Oferece assistência técnica para os Estados e municípios para elaboração dos planos estaduais e municipais.

Fontes:

1 – Estimativa feita pelo UNICEF no Brasil baseada em dados do Datasus, 2013.
2 – Hidden in Plain Sight, UNICEF, 2014
3 – Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), 2012
4 – Associação Brasileira de Criminalística

Fonte: UNICEF

Selo UNICEF Município Aprovado

O Selo UNICEF Município Aprovado é uma iniciativa para melhorar as condições de vida das crianças e dos adolescentes no Semiárido e na Amazônia Legal Brasileira, áreas que concentram o maior número de meninos e meninas em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa vem contribuindo para que o Brasil alcance os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) relacionados à população de até 17 anos, reduza as disparidades regionais e avance na universalização dos direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
O Selo UNICEF Município Aprovado é um reconhecimento internacional que o município pode conquistar. A partir de um diagnóstico e de dados levantados pelo UNICEF, os municípios que se inscrevem passam a conhecer melhor sua realidade e as políticas voltadas para infância e adolescência. Com dados concretos e participação popular, o município tem condições de rever suas políticas e repensar estratégias de forma a alcançar os objetivos buscados, que estão relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
A metodologia combina capacitação de atores municipais, aprimoramento dos mecanismos de gestão local e mobilização social, com ampla participação comunitária, principalmente dos adolescentes.

A primeira experiência do Selo UNICEF ocorreu no Ceará, em 1999, onde foram realizadas três edições estaduais. Em 2005, o Selo foi ampliado para todo o Semiárido e, em 2009, para a Amazônia Legal Brasileira.

Em 2013, 1.745 municípios do Semiárido e da Amazônia inscreveram-se na atual edição do Selo UNICEF Município Aprovado Edição, que se encerra em 2016.

Os municípios que se inscrevem no Selo são agrupados de acordo com sua realidade socioeconômica e assumem o compromisso de elaborar um diagnóstico participativo da situação de suas crianças e seus adolescentes e um Plano Municipal de Ação para enfrentar os principais problemas que afetam meninas e meninos. O UNICEF, por sua vez, promove a capacitação dos gestores e técnicos municipais, avalia e monitora os resultados obtidos. Ao final do ciclo do Selo, os municípios que conseguem melhorar as condições de vida de suas crianças e adolescentes recebem o Selo UNICEF Município Aprovado (para saber mais, leia os regulamentos e os guias metodológicos disponíveis em nossa biblioteca).

O Selo UNICEF Município Aprovado é uma iniciativa do Fundo das Nações Unidas para a Infância, com o apoio da Petrobras, Fundação Telefônica, Celpa, Celtins, Cemar e Coelce. O Selo está articulado com o Pacto Nacional Um Mundo para a Criança e o Adolescente do Semiárido e a Agenda Criança Amazônia, iniciativas que têm como objetivo reduzir as disparidades regionais e apoiar o Brasil no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

Conheça alguns dos resultados das edições anteriores do Selo (2005-20062007-2008; 2009-2012: na Amazônia e no Semiárido).

Fonte: UNICEF

Movimento Paz & Proteção


O Movimento Paz & Proteção faz parte de uma ação global que o UNICEF vem realizando para mobilizar organizações seculares e religiosas, unindo a fé e os esforços de todos e todas. O objetivo dessa aliança é unir forças para garantir a sobrevivência, desenvolvimento, proteção e bem-estar de meninas e meninos por meio de ações de prevenção da violência e da promoção do registro civil de nascimento.

Essa aliança é baseada no que foi estabelecido pela Convenção sobre os Direitos da Criança, na legislação brasileira e em princípios e valores comuns. A ideia é fortalecer a ação individual e coletiva de atores religiosos e suas comunidades como forma de contribuir para a redução das vulnerabilidades, da violência e da discriminação contra crianças e adolescentes, particularmente, os mais excluídos.

Desde maio de 2013, o Movimento Paz & Proteção realizou três oficinas em Brasília com lideranças religiosas para discutir o plano conjunto para proteção de crianças e adolescentes. Representantes de organizações religiosas apresentaram ações que já estão sendo realizadas e discutiram as bases do plano para 2013 e 2014. Nas duas primeiras oficinas, foram reunidas lideranças de diferentes segmentos religiosos para estabelecer metodologias e processos específicos para cada um deles. Na última oficina de 2013, realizada em 6 de dezembro, foram discutidas iniciativas para garantir do registro civil e o enfrentamento à violência, dois temas definidos como prioritários nos dois encontros anteriores.

Para participar da aliança, as organizações e instituições assinaram um Termo de Adesão, concordando com os princípios e valores do Movimento e com a implementação das ações previstas.

* Fazem parte do Conic as Igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida e Síria Ortodoxa de Antioquia.


Fonte: UNICEF

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

REPRESENTANTES DA AMES E DO NUCA PARTICIPARAM DE REUNIÃO do Conselho de Assistência que aprovou calendário de reuniões para 2016‏

Elaine Presidente da AMES e membro do NUCA/SELO UNICEF e Gabriel Toge - NUCA/ANE/RN participaram da reunião do CMAS
Na oportunidade,  foi ressaltado que a Controladoria Geral da União (CGU) utilizou os métodos de fiscalização e transparência do PBF adotados pela Prefeitura como exemplo para outros municípios.
Os membros do Conselho Municipal de Assistência Social de Nova Cruz aprovaram o calendário de reuniões para o ano de 2016. O encontro aconteceu na última sexta-feira (08) e definiu que as reuniões mensais acontecerão nas primeiras quartas-feiras de cada mês, a partir das 9h30, na Sala de Reuniões dos Conselhos, localizada na sede da Secretaria Municipal de Assistência Social.
A secretária de Assistência Social, Márcia Valéria de Morais, participou do debate e na ocasião fez algumas colocações sobre as averiguações dos benefícios liberados por meio do Programa Bolsa Família (PBF). Nesse sentido, foram discutidas as estratégias da gestão para apuração das denúncias e irregularidades, como também sobre o projeto de ciclo de diálogo do PBF e foi ressaltado que a Controladoria Geral da União (CGU) utilizou os métodos de fiscalização e transparência adotados pela Prefeitura de Nova Cruz como exemplo para outros municípios.
Foi repassado aos conselheiros as mudanças do Programa do Leite, que passou a ser gerido pela Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas) e não contemplará as nutrizes e gestantes, e ainda que a renda per capita para ter direito ao benefício é agora de R$ 77,00. Márcia Valéria informou também que Nova Cruz ficou entre os municípios aptos a receberem o Confinanciamento Estadual do Creas, que vai ser uma receita a mais para ser investida nas ações sociais do município.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Pensadores da Educação

Tão antigo quanto a Filosofia, o pensamento educacional se desdobra em várias correntes. Clique nas imagens para conhecer séculos de reflexões sobre o ofício de educar

5 atitudes que os pais de crianças tímidas devem evitar

"O gato mordeu sua língua?" e "Olha o seu irmão, ele não tem vergonha" são algumas das frases que os pequenos que sofrem com a timidez costumam ouvir. No entanto, comportamentos como esses, ao invés de ajudar, podem atrapalhar o desenvolvimento das crianças


Uma recusa em cumprimentar alguém ou em falar em meio a um grupo de desconhecidos: essas são atitudes bastante comuns entre os tímidos. Muitas vezes, esse comportamento acontece apenas nos momentos em que o pequeno muda de espaço, como em uma escola nova ou numa festa; em outras, o medo e a insegurança são tão grandes que fica impossível conversar com qualquer um que não seja o pai ou a mãe. Especialistas classificam a timidez como sendo um traço da personalidade de um indivíduo. "Ela é o resultado de experiências que a criança viveu, somadas ao temperamento dela, gerando uma dificuldade em socializar, em estar dentro do coletivo", define a psicóloga Christine Bruder, idealizadora do berçário Primetime, um centro de desenvolvimento para bebês de 0 a 3 anos de idade, localizado na capital paulista.

E não há nada de errado com isso! Na verdade, quando se manifesta de forma leve, essa característica é até benéfica. "Ela impede a criança de ser muito impulsiva. Como o que está por trás da timidez é o medo, às vezes, o pequeno consegue se proteger exatamente por ser tímido", revela a doutora em educação Andréia Wiezzel, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O problema existe quando esse comportamento interfere nos relacionamentos e na sociabilidade da meninada. Nesses casos, os efeitos podem ser graves e se estender para a adolescência e a vida adulta. "Em geral, são crianças que não exploram muito as coisas, elas não têm iniciativa porque temem as consequências. E crescer com isso pode ser prejudicial para os processos criativos e as relações amorosas", alerta Andréia. 

Ao perceber que a personalidade introvertida do seu filho está prejudicando o seu desenvolvimento, é aconselhável que os pais procurem um psicólogo. Mas não só: prestar atenção na forma como lida com a criança (dentro e fora de casa) e evitar certas atitudes também pode ajudar o pequeno a superar suas inseguranças e a impedir que elas se agravem. Confira a seguir algumas dicas do que pais e mães de quem é tímido não devem fazer.

1. Ser superprotetor

Filhos de pais superprotetores, que não os deixam ter suas próprias experiências, tendem a ser mais tímidos. "Isso porque, em geral, os pais superprotetores também sentem medo. Então, não permitem que a criança faça uma série de coisas. Essa atitude passa para o pequeno um medo e uma insegurança, que são a base da timidez", explica a professora da Unesp.

Inclusive, essa relação foi demonstrada em um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, publicado em dezembro de 2014 no periódico Child Development, jornal científico da Sociedade para Pesquisa no Desenvolvimento da Criança, também americana. No trabalho, os pesquisadores acompanharam 165 voluntários, dos 4 meses de vida até a adolescência. Ao longo desse período, os cientistas analisaram seus comportamentos por meio de testes feitos em laboratório e de questionários preenchidos pelos pais. Quando os participantes tinham entre 14 e 17 anos de idade, veio o resultado: aqueles que eram inseguros, muito apegados ao pai e à mãe ou que sofriam restrições durante a infância apresentavam níveis maiores de ansiedade e timidez depois de crescidos.

2. Expor a timidez do filho para os outros

"O gato comeu sua língua?", "Para de ser bicho do mato!". Engana-se quem pensa que ao dizer frases como essas está fazendo bem para os pequenos que são tímidos. Ao contrário: ao expor a timidez para outras pessoas, a insegurança e o medo só aumentam. "A criança costuma interpretar exatamente o que está sendo dito. 'O gato comeu sua língua' pode dar a ideia de que ela deu algum motivo para que isso tenha acontecido, como se fosse um problema", critica Andréia Wiezzel.

O primeiro passo para evitar casos como este é respeitar o jeito de ser do seu filho. "Se isso acontecer, a tendência é que ele vá amenizando esse traço de personalidade e adquirindo mais recursos sociais", diz Christine Bruder. Para ajudá-lo nesse processo, proponha brincadeiras que simulem as situações que ele não consegue enfrentar, como ter vários amigos ou ir a uma festinha. "É importante deixá-lo conduzir para que mostre seus anseios e dificuldades", recomenda a docente da Unesp.

3. Comparar com outras crianças

"Comparações são desrespeitosas em qualquer circunstância. Todo mundo tem que ser amado pelo que é", defende a criadora do berçário Primetime. É bem por aí mesmo. A criança tímida ainda não está emocionalmente pronta para enfrentar certas situações - e isso deve ser respeitado. "Ela precisa criar uma estrutura interna que a permita ter essa experiência para a qual ainda não está preparada", afirma Andréia Wiezzel. Portanto, procure conversar com seu pequeno e entender do que ele tem medo. Essa pode ser uma boa saída para desfazer muitas das fantasias que ele criou - e que alimentam essa timidez toda.

4. Forçar o pequeno a fazer algo que ele não quer

Esse é um dos maiores erros cometidos pelos pais de crianças tímidas. "Muitas vezes, no intuito de ajudar o filho, eles acabam empurrando-o para uma situação que pode ser dolorosa", pontua Christine Bruder. Em vez de forçar a barra, tente negociar: se seu filhote não quer ir a uma festinha de aniversário, por exemplo, proponha acompanhá-lo. Chegando lá, é bem provável que ele veja os outros se divertindo e acabe se soltando. "Quando o pequeno sente que o adulto é parceiro e facilitador, ele tende a ter uma postura de maior aceitação", garante a psicóloga.

5. Ser autoritário

Está aí outra atitude que pode tornar meninos e meninas mais tímidos. "Uma criança que tem uma família muito autoritária, que a agride emocional ou fisicamente, acaba não desenvolvendo uma segurança na relação com os pais. E isso pode levar à timidez", adverte a professora da Unesp. Portanto, fica o recado: criar o seu filho com amor e carinho - respeitando a sua personalidade e observando comportamentos que podem trazer prejuízos - é tudo o que ele precisa para crescer feliz e confiante de quem é.

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br