COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

COMISSÃO INTERSETORIAL SELO UNICEF 2013/2016

terça-feira, 29 de novembro de 2016

DEZ PASSOS PARA IMPLEMENTAR UM PROGRAMA PARA A PRIMEIRÍSSIMA INFÂNCIA

Essa publicação que foi estruturada a partir da experiência acumulada no Programa Primeiríssima Infância, testado em 14 cidades do Estado de São Paulo entre 2009 e 2013.Nesta publicação, você terá acesso ao modelo desenvolvido, utilizado e aprimorado pelo Programa Primeiríssima Infância.
 
A metodologia compreende ferramentas e instrumentos de implementação, monitoramento, avaliação e sustentabilidade. O material apresenta os passos fundamentais para a criação e implantação de programas e políticas que priorizam a primeiríssima infância, operando como um guia de orientação para o investimento em prol da criança pequena.​
 
Outras opções para Download:
 

 ​​​​​Continue a leitura. Acesse aqui o caderno 2.​​
Fonte: fmcsv.org.br

COLEÇÃO PRIMEIRÍSSIMA INFÂNCIA

Reconhecido como programa mais inovador da América Latina pelo ALAS/BID, o Primeiríssima Infância agora está disponível online para você baixar e desenvolver em sua cidade ações transformadoras de atenção a crianças de 0 a 3 anos.

POR QUE ADOTAR O PRIMEIRÍSSIMA INFÂNCIA?

  • Visão de Futuro 

    VISÃO DE PRESENTE E DE FUTURO

    Os estímulos recebidos dos 0 aos 3 anos são muito importantes para que as crianças tenham uma infância se tornem adultos mais preparados para as oportunidades da vida.
  • Inovação Social 

    INOVAÇÃO SOCIAL

    Reconhecido pelo Prêmio ALAS/BID 2014 como projeto para a Primeira Infância mais inovador da América Latina. Criado a partir de experiências em 14 municípios do Estado de São Paulo.
  • Capacitação Profissional 

    ENFOQUE INTERDISCIPLINAR

    Promove melhoria na qualidade dos serviços públicos oferecidos às gestantes, às famílias e às crianças pequenas por meio de articulação, mobilização e capacitação de profissionais de diversos setores.
  • Fonte: fmcsv.org.br

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

NOVA CRUZ/RN SEMPRE NA LUTA CONTRA O MOSQUITO DA DENGUE!


Aedes Aegypti

São quase 100 anos de experiências no combate ao mosquito, que chegaram a ser vitoriosas no século passado. Contudo a eliminação do mosquito não ocorreu em outros países e o mesmo retornou ao Brasil. Atualmente, os desafios são ainda maiores que no passado e a questão ambiental fundamental para a solução do problema. Para que ocorra o controle do Aedes aegypti é preciso abordar tanto o ambiente das residências (da responsabilidade dos indivíduos), quanto o ambiente mais amplo, em que os governos precisam atuar com maior eficiência.
A história tem mostrado que as ações mais promissoras de controle do Aedes aegypti envolvem o combate aos criadouros dos mosquitos de forma planejada, metódica e persistente. Ainda que níveis de controle do mosquito sejam alcançados, os esforços devem ser mantidos para evitar a reinfestação. Os cidadãos podem colaborar mantendo seus lares livres dos mosquito e demandando que o Estado mantenha o adequado saneamento ambiental.
O texto base desta edição do Fique por Dentro sobre o Aedes aegypti apresenta as principais características desse mosquito que já foi o transmissor da febre amarela em ambientes urbanos no Brasil, mas que agora destaca-se como transmissor de doenças como a dengue, zika e chikungunya. São apresentadas informações sobre o histórico das doenças relacionadas ao Brasil e sobre os meios para combater o mosquito e prevenir as doenças a ele relacionadas.
(Texto elaborado em maio de 2016)
Fonte: Portal Câmara do Deputados

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

NOVA CRUZ/RN GANHA A CERTIFICAÇÃO DO SELO UNICEF - EDIÇÃO 2013/2016

Acabamos de receber a notícia do Selo UNICEF, que a nossa Prefeitura de Nova Cruz GANHOU O SELO UNICEF Edição 2013/2016 e sua CERTIFICAÇÃO será na próxima sexta-feira (02) pela manhã na Escola de Governo.  Parabéns a Todos!

Novembro negro: nota sobre o dia da consciência negra

No mês de novembro comemoramos o dia da consciência negra, data de morte de Zumbi dos Palmares, último líder do maior quilombo do período colonial. Para além de uma homenagem e de uma celebração da cultura afro-brasileira, a data nos convida a refletir sobre a inclusão das pessoas negras na sociedade e sobre o racismo que atinge mais da metade da população brasileira.

O racismo, cuja existência é negada por muitos a partir do mito da “miscigenação”, se revela nos dados acerca da pobreza, do desemprego e da escolaridade. De acordo com o Relatório Final da CPI do Assassinato de Jovens do Senado Federal (2016), a população negra corresponde a 76% dentre os 10% mais pobres da população brasileira, recebe salários 40% menores que os dos brancos e tem em média 1,6 anos de estudo a menos que pessoas brancas. Os números contabilizam o que uma simples observação da realidade já conclui: a precarização das condições de vida do povo negro, histórica em nosso país, contribui para um quadro de desigualdade racial no qual a qualidade de vida, o estudo e os espaços de poder são privilégios de pessoas brancas e não apenas uma questão de mérito.

Outra face do racismo se revela no extermínio da juventude negra, a maior vítima de homicídios no país. Segundo a Anistia Internacional, dos 56 mil homicídios que ocorrem por ano no Brasil, mais da metade são entre os jovens. E dos que morrem, 77% são negros. São crianças, adolescentes e jovens que desconhecem o Estado protetor e garantidor de seus direitos fundamentais previstos no ECA e na Constituição Federal, mas que conhecem bem o sistema de repressão racista que vê no jovem negro um criminoso em potencial.

Portanto, o mês da consciência negra é para denunciar as violações de direitos, o extermínio da juventude negra e o racismo midiático, é para dizer não à redução da idade penal que tem como principal alvo adolescentes negros, é para dizer não à PEC 55 que provocará a precarização dos serviços públicos de saúde e de educação, dos quais a população negra é a maior usuária, é para dizer não ao governo ilegítimo que embranqueceu a equipe de ministros e extinguiu o Ministério da Igualdade Racial. É tempo de dizer que representatividade importa, de reivindicar o direito ao conhecimento da história e cultura afro-brasileira e de exigir respeito a essa gente “que fez e faz história, segurando esse país no braço”.

Kennet Anderson
Assessor de Comunicação do CEDECA Casa Renascer
Fone: 84 3211 1555 | Fax: 84 3611 3207
Rua Ana Néri, 345, Petrópolis, Natal-RN | CEP: 59.020-040